segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Entrevistadas - as crianças

Conversar com criança é uma coisa mágica.
Entrevistar e saber a opinião delas então, nem se fala.

Eram 3.
1 menino e 2 meninas.

Um queria novos amiguinhos, a mocinha do meio queria um lar para cada animalzinho e a mais velha só queria que o lar desses animais fosse respeitado: o nosso planeta.

Conversar com criança é algo engraçado.
Vemos quanto de nós mesmos ficou perdido no caminho em busca da felicidade, quando na verdade a felicidade está escondida dentro de nós, sob entulhos de coisas supérfluas e desnecessárias.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Jaime Oncins - o entrevistado da vez

Foto: Reprodução

Hoje fiz mais uma entrevista nessa jornada jornalística errante que é a minha.
Digo errante por que na minha pequena jornada na profissão, o jornalismo entra como coadjuvante.
Mas tudo bem.
Eu amo ele mesmo assim =)

Vamos a entrevista.

O entrevistado foi Jaime Oncins,tenista dos anos 90, precursor do Guga.

Ele falou um pouco sobre a importância do patrocínio e com a chegada da Copa de 2012 e Olimpíadas de 2016, isso tende a ajudar os esportistas de plantão.

Hoje, Jaime tem uma academia em Valinhos, interior de São Paulo, e passa toda sua experiência de Roland Garros e títulos de duplas para a molecada, que brilha os olhos quando ouvem as histórias.

"Os esportistas têm que primeiro ser bons e mostrar o seu trabalho. A visibilidade, reconhecimento e os patrocínios acontecem naturalmente nesse processo", finaliza Jaime, muito solícito com todos da agência.

Mais um entrevistado muito bacana na minha jornada.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Poesia ... uma vez ou outra

Vem que eu abraço o mundo.
Gosto do politicamente correto e do extremista.

Se eu gosto, amo.
Se não gosto, quem é você?

Confesso, gosto de rir da desgraça, rir da risada, chorar pelo morto.
Sou humana.
Sou defeitos e qualidades.

Vem que eu abraço o mundo.
Vem que tem espaço, abraço e tudo.

Vem que eu cuido de você.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Histórias pra contar

Todo mundo tem histórias para contar.

Conheço uma pessoa que não chora, por exemplo.
Ele consegue se colocar alheio ao que está acontecendo, as lágrimas que ele vê.
Ele não chora.

Conheço ainda uma pessoa que chora, e bastante até por se tratar de um homem.
Lágrimas vertiam, a boca fazia um aspecto infantil.
Ele fazia companhia para as lágrimas que ele via.
As que ele ouvia, ele ignorava.
Preferia não ver.

Conheço pessoas que conseguem evitar abraços.
Conheço ainda pessoas que abraçam, mas nada existe no meio dos braços.

Já vi e já vivi coisas que alguns desacreditariam.
Mas está tudo aqui, guardado, selado com lágrimas e sorrisos, esperando por dias melhores.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Culpado até que se prove o contrário

O carro está em movimento, para no sinal, um outro veículo dirige de forma suspeita e assusta o primeiro carro.

Já passava da meia-noite e todo cuidado é pouco.
Olhos no retrovisor, olhos no sinal fechado prestes a abrir.
Abriu.
Arrancou.
Sirene de polícia.

O primeiro carro, o atento a direção suspeita do carro de trás é parado.
As pessoas descem.
Policiais de arma em punho.

Não tinha nenhum ladrão ali, por que as armas apontadas??

Revistaram o carro, as pessoas.
Constrangimento.
Medo.

O carro que dirigia de forma suspeita estava parado logo atrás dessa “blitz” agressiva.
Ele foi apontado como o causador da arrancada no semáforo, mas de nada adiantou.

“Paramos vocês porque esse cruzamento é perigoso e vocês arrancaram de forma suspeita”.

Ótimo.
As pessoas que sofreram revista e constrangimento pagam por segurança e em troca tem armas apontadas para o nariz.

Será que no outro carro não estava um assaltante?
A polícia não quis apurar.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

50 estados, 50 empregos

“Em 50 semanas, um analista de finanças recém-formado da Califórnia saiu da condição de desempregado e conseguiu 50 empregos em 50 estados norte-americanos.

Ao escolher os empregos que queria tentar em cada estado, Seddiqui decidiu procurar uma carreira na área em que cada estado era mais popular, como trabalhar com casamentos em Las Vegas ou com música em New Orleans, a cidade do jazz.”

Fonte: G1

Acredito que basta focar no que se quer e saber procurar nos lugares certos, ter os contatos certos e acima de tudo: ser competente no que faz para ser lembrado.
Ah, e claro, um pouquinho de sorte não faz mal pra ninguém.


Dê uma olhada aqui e veja se tem algum cargo que interessa.
Boa sorte.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Drops de sexta

Acho engraçado as pessoas falarem que acharam sua metade.
Por muito tempo eu também pensei assim, mas nada melhor do que ser um inteiro e junto sermos dois.